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Inteligência Emocional: o que é e como pode ajudar sua empresa

By abril 22, 2021novembro 25th, 2024Treinamento e Desenvolvimento, Inteligência Emocional
Inteligência emocional - o que é e como pode ajudar sua empresa

Empa­tia, auto­gestão das emoções e auto­con­hec­i­men­to: essas são só algu­mas das inúmeras car­ac­terís­ti­cas de pes­soas que pos­suem inteligên­cia emo­cional. Pes­soas desse tipo cos­tu­mam ter suces­so não só em suas escol­has pes­soais, como tam­bém nas profis­sion­ais.

Cada vez mais, as empre­sas estão procu­ran­do por profis­sion­ais que ten­ham habil­i­dades e facil­i­dade em lidar com seus sen­ti­men­tos e respon­s­abil­i­dades, pen­san­do não só em si, como tam­bém no próx­i­mo. Além de tornar o ambi­ente de tra­bal­ho agradáv­el, resul­ta, ain­da, no bem-estar dos colab­o­radores.

Mas afi­nal, o que é a inteligên­cia emo­cional? E como ela pode aju­dar a sua empre­sa?

Então, neste arti­go vamos te explicar sobre ess­es aspec­tos que aju­darão muito na hora de con­tratar exce­lentes profis­sion­ais para aux­il­iarem no cresci­men­to da sua orga­ni­za­ção.

O que é a inteligência emocional? 

Muitos profis­sion­ais (den­tro e fora do mer­ca­do) e líderes, mes­mo sem perce­ber, pos­suem inteligên­cia emo­cional. Defin­i­ti­va­mente, isso nada mais é que gerir suas próprias emoções a fim de apre­sen­tar resul­ta­dos pos­i­tivos e pro­moção do bem-estar. Esse con­ceito da psi­colo­gia, descreve pes­soas que con­seguem enten­der suas emoções e tam­bém de out­ras pes­soas. 

No livro Inteligên­cia Emo­cional, o autor Ph.D Daniel Gole­man men­ciona que a inteligên­cia emo­cional é “a capaci­dade de cri­ar moti­vações para si próprio e de per­si­s­tir num obje­ti­vo ape­sar dos per­calços”.  Além dis­so, “con­tro­lar impul­sos e saber aguardar pela sat­is­fação de seus dese­jos; se man­ter em bom esta­do de espíri­to e de impedir que a ansiedade inter­fi­ra na capaci­dade de racioci­nar; de ser empáti­co e auto­con­fi­ante”. 

Ade­mais, pes­soas que pos­suem essas car­ac­terís­ti­cas lidam muito bem com diver­sas situ­ações do cotid­i­ano. Con­tu­do, mes­mo em momen­tos ten­sos no dia a dia, o profis­sion­al que pos­sui essa habil­i­dade, con­segue man­ter con­t­role e agir de maneira tran­quila. Por esse moti­vo, é tão essen­cial encon­trar tal­en­tos desse tipo.

Em pesquisa divul­ga­da pelo G1, fei­ta pelo Page­Group, as prin­ci­pais habil­i­dades com­por­ta­men­tais mais val­orizadas pelos líderes de grandes empre­sas da Améri­ca Lati­na são: tra­bal­ho em equipe (47,5%), inteligên­cia emo­cional (33,8%) e comu­ni­cação asserti­va (28,8%). São diver­sas car­ac­terís­ti­cas que um inteligente emo­cional pos­sui e é fácil recon­hecê-las.

Vale ressaltar que pes­soas que não pos­suem essa habil­i­dade — foco do nos­so tex­to —, acabam agin­do com impul­so em diver­sos momen­tos. Isso, poden­do ger­ar situ­ações de muito con­fli­to. As mes­mas que oca­sion­am em um mau desen­volvi­men­to do tra­bal­ho e das ativi­dades do dia a dia no cor­po­ra­ti­vo. 

Características de um profissional que domina essa habilidade:

  • Con­t­role emo­cional: a pes­soa pos­sui con­t­role sobre suas emoções. Por exem­p­lo, não deixar que situ­ações pes­soais lhe afetem no ambi­ente de tra­bal­ho;
  • Empa­tia: o profis­sion­al pos­sui empa­tia. Entende o ambi­ente que está tra­bal­han­do, entende seus cole­gas e líderes. Ain­da, procu­ra ajudá-los no que pre­cisam;
  • Auto­gestão: auto­gerir-se é out­ra car­ac­terís­ti­ca. Além de enten­der seu próprio tra­bal­ho, o profis­sion­al é tam­bém extrema­mente respon­sáv­el com suas tare­fas, seus horários e seus resul­ta­dos;
  • Man­ter boas relações: man­ter boas relações no ambi­ente profis­sion­al é essen­cial. Prin­ci­pal­mente para tornar o tra­bal­ho mais agradáv­el. Esse, é out­ro pilar impre­scindív­el quan­do se fala de inteligên­cia emo­cional;
  • Gestão de con­fli­tos: prin­ci­pal­mente líderes devem ter essa habil­i­dade, pois é fun­da­men­tal man­ter o equi­líbrio entre o emo­cional e o racional quan­do se tra­ta de con­fli­tos den­tro da empre­sa; 
  • Gratidão: ser gra­to é out­ro aspec­to impor­tante. Quan­do se percebe que a gratidão é necessária, faz­er o tra­bal­ho diário fica muito mais leve. Em sín­tese, viv­er tor­na-se ain­da mais fácil;
  • Moti­vação: auto­mo­ti­var-se é necessário, prin­ci­pal­mente em momen­tos difí­ceis. Muitas vezes, quan­do as pes­soas se sen­tem desan­i­madas, o tra­bal­ho tende a não ren­der. Por esse moti­vo, é fun­da­men­tal encon­trar uma moti­vação diária;
  • Auto­con­hec­i­men­to: esse tam­bém é out­ro fator bas­tante impor­tante. É necessário que o profis­sion­al con­heça suas forças, suas difi­cul­dades, seus pon­tos a mel­ho­rar, etc. Afi­nal, é indis­pen­sáv­el con­hecer sobre suas emoções, para assim con­seguir geri-las de for­ma ade­qua­da. Em suma, quan­do a pes­soa sabe sobre si mes­mo, é ain­da mais fácil mudar o que é neg­a­ti­vo para o desen­volvi­men­to do tra­bal­ho.

Como a inteligência emocional pode contribuir para a empresa

Como já men­ciona­do nas car­ac­terís­ti­cas aci­ma, a inteligên­cia emo­cional é essen­cial para o bem-estar cor­po­ra­ti­vo. Além de tornar o ambi­ente de tra­bal­ho agradáv­el para real­iza­ção das ativi­dades rotineiras, traz resul­ta­dos pos­i­tivos.

Em primeiro lugar, é da pro­du­tivi­dade que os resul­ta­dos pos­i­tivos são fru­tos. Quan­do se tem profis­sion­ais dis­pos­tos a mel­ho­rarem o ambi­ente de tra­bal­ho, o resto tor­na-se flu­i­do. Em segun­do lugar, as relações no local de tra­bal­ho ficam mel­hores. Pois, com empa­tia e com­preen­são, os con­fli­tos quase não exis­tem e as opiniões são respeitadas.

Para con­cluir, pode-se diz­er que o tem­po e o rendi­men­to dos fun­cionários da orga­ni­za­ção é ain­da mel­hor otimiza­do. Porém, fica a questão, como a empre­sa pode desen­volver essa habil­i­dade em seus fun­cionários (que ain­da não pos­suem)? Para esta final­i­dade, serão necessárias algu­mas medi­das. Por exem­p­lo, treina­men­tos inter­nos, feed­backs aos profis­sion­ais, auxílio nas futuras con­tratações, etc.

Para isso, con­heça ain­da mel­hor a abler. Aqui, conec­ta­mos empre­sas que bus­cam con­tratar novos tal­en­tos a can­didatos que bus­cam novas opor­tu­nidades, ambos, pri­or­izan­do a inteligên­cia emo­cional.

Já se você dese­ja saber mais sobre o assun­to, há diver­sos livros na área. Por exem­p­lo: Mind­set: A nova psi­colo­gia do suces­so da auto­ra Car­ol S. Dweck, Inteligên­cia Emo­cional do autor Daniel Gole­man (como já foi cita­do no arti­go), entre out­ros. 

Implemente a inteligência emocional

Perce­beu a importân­cia da inteligên­cia emo­cional? Ao escol­her um can­dida­to a uma vaga, é fun­da­men­tal perce­ber se pos­suem essa habil­i­dade. Em out­ras palavras, empre­sas de suces­so bus­cam por tal­en­tos que não pensem só em si. Sim­i­lar­mente, que pos­suam empa­tia, auto­gestão e autor respon­s­abil­i­dade.

Além do mais, profis­sion­ais inteligentes emo­cional­mente tratam as tare­fas do dia a dia com lev­eza. Porém, sem­pre com bas­tante seriedade e com­pro­me­ti­men­to. Da mes­ma for­ma, sabem tra­bal­har em equipe e apre­sen­tam bons resul­ta­dos.

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Conclusão

A inteligên­cia emo­cional é um difer­en­cial essen­cial para empre­sas que bus­cam con­stru­ir ambi­entes de tra­bal­ho mais saudáveis, pro­du­tivos e colab­o­ra­tivos e desen­volver essa habil­i­dade em líderes e equipes impacta dire­ta­mente a res­olução de con­fli­tos, a toma­da de decisões e o enga­ja­men­to dos colab­o­radores.

Em um mer­ca­do cada vez mais com­pet­i­ti­vo, inve­stir em inteligên­cia emo­cional sig­nifi­ca estar prepara­do para enfrentar desafios com resil­iên­cia e empa­tia, além dis­so, ao pro­mover uma cul­tura orga­ni­za­cional foca­da no equi­líbrio emo­cional, sua empre­sa se tor­na mais atra­ti­va para tal­en­tos e for­t­alece a relação com clientes e par­ceiros. Por­tan­to, pri­orizar o desen­volvi­men­to dessa com­petên­cia é um pas­so estratégi­co para o cresci­men­to sus­ten­táv­el do negó­cio.

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