Skip to main content

Produtividade para Empresas: Como manter o ritmo em tempos de crise

By abril 27, 2020maio 5th, 2025Liderança, Treinamento e Desenvolvimento
produtividade para empresas

São em momen­tos de crise que as empre­sas devem se mostrar mais firmes e val­orizar sua cul­tura orga­ni­za­cional. Para tornar isso pos­sív­el, o ato de man­ter a pro­du­tivi­dade para empre­sas é fun­da­men­tal para essa solução.

Quer saber como? Acom­pan­ha esse arti­go!

A pro­du­tivi­dade para empre­sas é algo que é cobra­do diari­a­mente na qual exis­tem diver­sas recomen­dações indi­vid­u­ais prestadas para turbinar seu tra­bal­ho.

Por­tan­to, deve­mos pen­sar no cole­ti­vo, ou seja, o quan­to todos podem faz­er para cri­ar um ambi­ente saudáv­el e garan­tir soluções que aux­iliem no proces­so de cada profis­sion­al e aten­da as expec­ta­ti­vas da empre­sa.

Em meio a adap­tação de novas for­mas de tra­bal­ho, como o home office, muitas pes­soas não se sen­tem con­fortáveis sem um local de tra­bal­ho. Muitas acred­i­tam e alegam que não con­seguem desem­pen­har seu ofí­cio com a mes­ma dinam­i­ci­dade ou entre­gar uma boa quan­ti­dade de resul­ta­dos. 

Dessa for­ma, em tem­pos de riscos e insta­bil­i­dade como ess­es, as empre­sas devem inve­stir em ati­tudes que pro­movam a pro­du­tivi­dade cole­ti­va.

Vamos desco­brir quais…

Seja o Líder que Mantêm a Produtividade para a Empresa

O líder da equipe é o mem­bro mais visa­do do grupo. Sua orga­ni­za­ção e lid­er­ança devem paten­tear o cam­in­ho que seus fun­cionários devem seguir.

Ini­cial­mente, inve­stir mais em treina­men­tos, prin­ci­pal­mente ness­es perío­dos de risco, são essen­ci­ais para ele­var a téc­ni­ca e pro­dução do time.

Um líder ágil deve enco­ra­jar seu time e pro­por for­mas de tra­bal­ho em que todos ten­ham par­tic­i­pação e voz.

Ele pode sug­erir reuniões pelo Skype para man­ter a união do grupo e o fluxo de tare­fas, o que pode facil­i­tar a comu­ni­cação de todos, é cri­ar e usar canais da própria empre­sa.

Apri­moran­do tam­bém na cri­ação de ambi­entes mais saudáveis que impactam dire­ta­mente nos resul­ta­dos como mostramos neste arti­go.

No mais, se você quer saber como ser um óti­mo líder esse ano, em qual­quer cir­cun­stân­cia, leia aqui.

Enten­da porque é tão impor­tante e como man­ter a pro­du­tivi­dade no tra­bal­ho.

Gerenciador de Tarefas

A empre­sa tam­bém pode apos­tar em fer­ra­men­tas que orga­ni­zam o fluxo, o tem­po e acom­pan­ham o proces­so da equipe.

Onde, através de um úni­co painel é pos­sív­el con­tro­lar todas as ativi­dades, o que deve ser feito com mais urgên­cia, orga­ni­zar os pro­je­tos e pra­zo de entre­ga.

Como resul­ta­do, o uso dessas fer­ra­men­tas de gestão tor­na-se indis­pen­sáv­el em momen­tos de crise.

Já que per­mite obter o con­t­role de deman­das, a medi­da de pro­du­tivi­dade da equipe e mel­ho­ra na comu­ni­cação.

Sendo capaz de con­ced­er mais pre­cisão em decisões sérias, mes­mo à dis­tân­cia

Esse tipo de fer­ra­men­ta tor­na o proces­so bem inte­gra­do e entre alguns exem­p­los temos o Trel­lo, a Asana e o Runrun.it.

Técnicas de Produtividade

Exis­tem várias téc­ni­cas que a empre­sa pode estim­u­lar o uso em prol da pro­du­tivi­dade, como:

  • Téc­ni­ca de Pomodoro: É um tra­bal­ho em cic­los que con­siste em tra­bal­har 25 min­u­tos foca­do e des­cansar 5. Após 4 cic­los desse é definido um tem­po de des­can­so maior,  como 15 min­u­tos e retorno ao tra­bal­ho.
  • Sprint: Téc­ni­ca famosa do Google. Cor­re­sponde a faz­er uma ação com o máx­i­mo de foco e sem desvios exter­nos. É um méto­do de de desen­volvi­men­to de ideais e pro­je­tos que se baseiam na pro­toti­pagem, design e val­i­dação de ideia de usuários, bus­can­do alcançar a meta de for­ma mais efi­ciente e ráp­i­da.
  • Kan­ban:  Essa téc­ni­ca é muito mais uma gestão visu­al. Ela con­siste em dividir as tare­fas em três seções: coisa que devem ser feitas, as que você está tra­bal­han­do e as final­izadas. Con­cluin­do que, é mais fácil ver e redi­re­cionar o fluxo de tra­bal­ho.

Automação

A automação pode aju­dar e muito a pro­du­tivi­dade para empre­sas. Através dela tare­fas que durari­am muito mais tem­po e exi­giria esforço do indi­ví­duo acabam sendo feitas com veloci­dade e com resul­ta­dos bem esta­b­ele­ci­dos.

Já mostramos como a automação vem sendo impor­tante e vál­i­da, por vezes mais efi­ciente que o meio tradi­cional. Essa situ­ação é muito comum no RH. Ao invés de lidar com pil­has de cur­rícu­los, anális­es, proces­so de triagem é exaus­ti­vo e buro­cráti­co.

Com soft­wares como a abler o setor tor­na-se mais estratégi­co e alcança não só mais tran­quil­i­dade no proces­so, como pro­du­tivi­dade.

A abler faz todo o recru­ta­men­to dig­i­tal uti­lizan­do os dados e fazen­do recomen­dações inteligentes e asserti­vas. Com a automação do RH, a seleção se tor­na menos buro­cráti­ca e o foco se tor­na as pes­soas.

Conclusão

A pro­du­tivi­dade nas empre­sas não é ape­nas uma questão de tra­bal­har mais, mas de tra­bal­har de for­ma mais inteligente, com o uso de tec­nolo­gias apro­pri­adas, uma cul­tura orga­ni­za­cional foca­da e estraté­gias de gestão efi­cazes, é pos­sív­el cri­ar um ambi­ente de tra­bal­ho no qual a equipe se sin­ta moti­va­da e enga­ja­da a alcançar mel­hores resul­ta­dos.

As empre­sas que investem na pro­du­tivi­dade de for­ma estratég­i­ca e estru­tu­ra­da não ape­nas col­hem resul­ta­dos de cur­to pra­zo, mas tam­bém con­stroem uma base sól­i­da para o cresci­men­to con­tín­uo e sus­ten­táv­el, seja incor­po­ran­do fer­ra­men­tas de gestão, pro­moven­do um ambi­ente de colab­o­ração ou imple­men­tan­do novas tec­nolo­gias, cada ini­cia­ti­va volta­da para a pro­du­tivi­dade for­t­alece a empre­sa em sua tra­jetória para o suces­so.

Recru­tar com abler é um óti­mo recur­so para quem quer poupar tem­po, atin­gir resul­ta­dos exem­plares e uma pro­du­tivi­dade exce­lente para empre­sa. Por esse moti­vo, fize­mos um e‑book com­ple­to com  as van­ta­gens de autom­a­ti­zar os proces­sos de Recru­ta­men­to e Seleção, baixe ago­ra, gra­tuita­mente!

O que achou deste con­teú­do?

Clique nas estre­las