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Cultura Organizacional: Alguns Aprendizados para Aplicar

By dezembro 1, 2020outubro 28th, 2024Cultura Organizacional
cultura organizacional

A cul­tura orga­ni­za­cional faz toda a difer­ença na com­pet­i­tivi­dade de uma empre­sa. Afi­nal, a par­tir dela a sua empre­sa se posi­ciona no mer­ca­do e com­par­til­ha val­ores com os seus colab­o­radores. 

Durante o ano de 2020, os val­ores de uma empre­sa gan­haram ain­da mais importân­cia. Após a pan­demia, o mun­do do tra­bal­ho pre­cisou se adap­tar de várias for­mas. Seja pela adoção do tra­bal­ho remo­to ou pelos avanços na com­preen­são de como tornar o tra­bal­ho fora do escritório saudáv­el para os fun­cionários.

Temas como saúde men­tal, gestão do tem­po e cul­tura orga­ni­za­cional vier­am à tona e pas­sar por tan­tas coisas nos deixou uma série de apren­diza­dos. Depois do últi­mo ano, gan­hamos mais exper­iên­cia e nos tor­namos mais resilientes. 

Por isso, vamos com­par­til­har con­hec­i­men­tos sobre como a cul­tura orga­ni­za­cional é muito impor­tante para a sua empre­sa. 

Con­teú­do da pági­na

O que é cultura organizacional?

A cul­tura orga­ni­za­cional demon­stra a for­ma como a orga­ni­za­ção real­iza seus negó­cios. Isso envolve a maneira como lida com clientes e con­duz os seus colab­o­radores. Sendo assim, reúne aspec­tos como as práti­cas e políti­cas que guiam os com­por­ta­men­tos na empre­sa.

Dessa for­ma, peque­nas ações que visam reforçar o propósi­to e val­ores que con­stroem o DNA da empre­sa são apli­ca­dos no cotid­i­ano empre­sar­i­al. Out­ros exem­p­los tam­bém podem ser políti­cas de sus­tentabil­i­dade, como o estí­mu­lo à redução do uso de plás­ti­co na hora do café, entre out­ras medi­das.

Ess­es pequenos exem­p­los refletem desafios maiores que a empre­sa pre­tende colo­car em práti­ca, como seus val­ores. Entre­tan­to, nem sem­pre são lev­a­dos à práti­ca. Por isso, é muito impor­tante ter coerên­cia entre os val­ores e o que acon­tece no dia a dia da empre­sa.

Qual é a diferença entre cultura e clima organizacional?

Out­ro con­ceito impor­tante é o de cli­ma orga­ni­za­cional. Este englo­ba a per­cepção dos fun­cionários sobre o ambi­ente de tra­bal­ho. Ou seja, sobre a estru­tu­ra, remu­ner­ação, bene­fí­cios e rela­ciona­men­to com cole­gas.

Desse modo, é out­ro con­ceito muito impor­tante para pen­sar a qual­i­dade de vida no tra­bal­ho. Se por um lado a cul­tura tem a ver com o que a orga­ni­za­ção divul­ga, o cli­ma pode com­pro­var se os colab­o­radores estão sat­is­feitos com as ações pro­movi­das. 

Logo, se hou­ver difer­ença entre o que se diz e o que se faz, a tendên­cia é que o cli­ma não este­ja muito bom. Afi­nal, isso demon­stra a cred­i­bil­i­dade da empre­sa e con­tribui para o enga­ja­men­to dos colab­o­radores.

Ten­do isso em vista, podemos diz­er que exis­tem qua­tro tipos de cul­tura orga­ni­za­cional, de acor­do com Charles Handy:

  • Cul­tura de poder: quan­do as decisões são cen­tradas em uma lid­er­ança. Geral­mente, ocorre em empre­sas peque­nas onde o dono tem papel prin­ci­pal. A hier­ar­quia é clara e o cresci­men­to do colab­o­rador é lim­i­ta­do.
  • Cul­tura de tare­fas: empre­sas em que profis­sion­ais estão foca­dos na res­olução de prob­le­mas e são respon­sáveis por suas tare­fas. Existe difi­cul­dade de mon­i­tora­men­to.
  • Cul­tura de pes­soas: cen­tra­da nas pes­soas, que têm espaço para crescer. Tende a atrair e reter tal­en­tos, pro­moven­do qual­i­dade de vida no tra­bal­ho.
  • Cul­tura de papéis: foca nas posições hierárquicas de cada pes­soa. O ambi­ente é ori­en­ta­do por regras. Sendo assim, não há muito espaço para ino­vação.

Culturas conservadoras e adaptativas

Con­tu­do, esta não é a úni­ca for­ma de pen­sar em cul­tura orga­ni­za­cional. O autor Idal­ber­to Chi­ave­na­to tam­bém faz a difer­en­ci­ação por cul­turas con­ser­vado­ras e cul­turas adap­ta­ti­vas.

As cul­turas adap­ta­ti­vas são mais lig­adas à ino­vação, bus­can­do se atu­alizar para se man­ter atu­al. Por out­ro lado, as cul­turas con­ser­vado­ras focam em con­sol­i­dar val­ores e cos­tumes, em oposição às mudanças no con­tex­to.

A primeira val­oriza a flex­i­bil­i­dade e a segun­da a esta­bil­i­dade. Sendo assim, cada uma tem seus pon­tos fortes e fra­cos.

Por isso, o impor­tante é cri­ar uma cul­tura que con­diz com a atu­ação da sua empre­sa e seus obje­tivos.

O que faz a cultura organizacional?

Podemos diz­er que a cul­tura orga­ni­za­cional é a iden­ti­dade da empre­sa. Ou seja, ela vai reunir car­ac­terís­ti­cas que definem as suas ações.

Mas como essas car­ac­terís­ti­cas são for­madas?

Exis­tem três ele­men­tos prin­ci­pais que aju­dam a defi­ni-las:

  • Pres­su­pos­tos: crenças e sen­ti­men­tos que estão pre­sentes no incon­sciente dos colab­o­radores;
  • Val­ores com­par­til­ha­dos: val­ores que definem a razão da empre­sa;
  • Artefatos: aqui­lo que se obser­va, como a história e as práti­cas.

É impor­tante se aten­tar a ess­es fatores para enten­der a cul­tura empre­sar­i­al. Isso vai levar a con­sol­i­dação dos ele­men­tos que, em segui­da, vão con­star no seu plano de cul­tura.

Sendo assim, antes de encon­trar a mis­são, a visão e os val­ores, é pre­ciso avaliar pon­tos ante­ri­ores.

Alguns deles são as crenças, o peso de cada val­or, além dos cos­tumes que a empre­sa pri­or­iza. Ou seja, é necessário pen­sar no que está den­tro da mente de cada um e como isso se mate­ri­al­iza no dia a dia.

Dessa for­ma, a real­i­dade de cada empre­sa vai con­tar esta história. A cul­tura pre­cisa se iden­ti­ficar com as car­ac­terís­ti­cas da orga­ni­za­ção. Afi­nal, ela é como um retra­to da empre­sa.

Como manter uma cultura organizacional forte?

Con­ser­var a cul­tura orga­ni­za­cional é muito impor­tante. Como já dis­se­mos, nem sem­pre aqui­lo que está no papel reflete o que acon­tece na práti­ca. 

Por­tan­to, você pre­cisa pen­sar em for­mas de estar sem­pre estim­u­lan­do a cul­tura. Enquan­to isso, tam­bém deve man­ter as estru­turas que fun­cionam. Isso acon­tece pois mudanças acon­te­cem de for­ma lenta. Se você dese­ja trans­for­mar a cul­tura da sua empre­sa, pre­cisa ter em mente que todos pre­cisam par­tic­i­par. Isso leva tem­po e exige a aceitação das pes­soas. Por isso, val­orizar estraté­gias de pro­moção da cul­tura vale muito a pena.

O primeiro pas­so para ter uma cul­tura orga­ni­za­cional forte é tê-la con­sol­i­da­da. Todos os pon­tos pre­cisam ser pen­sa­dos, assim como as expec­ta­ti­vas que gera.

Além dis­so, ela pre­cisa cor­re­spon­der aos obje­tivos da empre­sa e à real­i­dade dos colab­o­radores.

Con­heça algu­mas práti­cas que con­tribuem para uma cul­tura orga­ni­za­cional forte:

  • Ter colab­o­radores alin­hados à cul­tura;
  • Cri­ar uma políti­ca de feed­backs;
  • Praticar ações que reforçam os val­ores da empre­sa;
  • Inve­stir no preparo de gestores que refli­tam a cul­tura.

A importância da liderança

As ações dos colab­o­radores são muito influ­en­ci­adas por seus líderes. Por isso, o papel da lid­er­ança é fun­da­men­tal.

Eles têm a capaci­dade de man­ter a cul­tura ati­va, por recon­hecê-la frente aos seus lid­er­a­dos. Quan­do os gru­pos estão alin­hados, a chance de for­t­alec­i­men­to é maior.

Por isso, o líder demon­stra os pon­tos que pre­cisam ser tra­bal­ha­dos e refi­nam as práti­cas necessárias.

O que já aprendemos sobre cultura organizacional?

A cul­tura orga­ni­za­cional reflete a éti­ca da empre­sa. Ou seja, seus val­ores e rela­ciona­men­to com as pes­soas, sendo um impor­tante fator para guiar a empre­sa ao futuro.

O desen­volvi­men­to do  cap­i­tal humano para que todos este­jam alin­hados com as expec­ta­ti­vas da empre­sa é o iní­cio de uma cri­ação de cul­tura inter­na. Que tipo de colab­o­rador você quer que tra­bal­he na sua empre­sa? É impor­tante para você, cri­ar times com­ple­mentares, enfa­ti­zar diver­si­dade e inclusão? É uma for­ma de difundir o respeito às car­ac­terís­ti­cas e aos obje­tivos de cada pes­soa. 

Ou seja, for­t­ale­cer a cul­tura orga­ni­za­cional con­tribui para um ambi­ente saudáv­el e uma empre­sa mais com­pet­i­ti­va, além de aumen­tar a pro­du­tivi­dade da empre­sa, dev­i­do à moti­vação dos colab­o­radores.

No ano de 2020, pen­sar no tema foi fun­da­men­tal. Em um ano de muitas adap­tações, tornou-se necessário levar a cul­tura orga­ni­za­cional para out­ros ambi­entes. Enquan­to muitos colab­o­radores pas­saram a tra­bal­har de casa, as empre­sas pre­cis­aram se mobi­lizar para reforçar os seus val­ores.

Por isso, foi um ano de muitos apren­diza­dos. Várias empre­sas tiver­am que pen­sar em ações que lev­assem o ambi­ente de tra­bal­ho para a casa dos colab­o­radores. Por exem­p­lo, com medi­das de reforço de infraestru­tu­ra, emprés­ti­mo de mobília, aju­da de cus­to, entre out­ras ações. Além dis­so, em alguns casos, foi necessário repen­sar bene­fí­cios para que se ajus­tassem ao novo cenário. 

Além dis­so, foi necessário inve­stir em con­tratações de for­ma online, dev­i­do à impos­si­bil­i­dade de reuniões e entre­vis­tas pres­en­ci­ais em vários momen­tos. Sendo assim, con­tar com um soft­ware de recru­ta­men­to dig­i­tal se tornou uma impor­tante medi­da para mel­ho­rar as con­tratações.

Ess­es foram alguns dos desafios enfrenta­dos durante o ano de 2020. Entre­tan­to, sabe­mos que cada empre­sa pas­sou por difer­entes situ­ações, de acor­do com a sua especi­fi­ci­dade. Durante a crise, desco­b­ri­mos novas soluções para tornar o mun­do do tra­bal­ho mais efi­ciente e saudáv­el.

Reuni­mos alguns apren­diza­dos para você aplicar na cul­tura orga­ni­za­cional. Con­fi­ra!

Alguns aprendizados e porque eles fortalecem a cultura organizacional da sua empresa

1.É vital para atrair e reter talentos

Um dos grandes apren­diza­dos de 2020 é que uma cul­tura forte impacta dire­ta­mente as con­tratações. Ou seja, a sua mar­ca empre­gado­ra tem maior poten­cial de atrair tal­en­tos. Por con­se­quên­cia, você tam­bém diminui a rota­tivi­dade e retém os profis­sion­ais de maneira efi­caz. 

Por isso, inve­stir em cul­tura é fun­da­men­tal para mel­ho­rar seu recru­ta­men­to e seleção. Com o auxílio de um soft­ware de recru­ta­men­to dig­i­tal, você encon­tra com mais facil­i­dade os can­didatos que com­bi­nam com o per­fil da sua empre­sa.

2. Cria uma organização autogerenciável

Tam­bém percebe­mos como ela aux­il­ia na for­mação de uma orga­ni­za­ção inteligente. Quan­do os colab­o­radores com­preen­dem o seu papel e se sen­tem alin­hados, eles se tor­nam mais autônomos. Desse modo, as lid­er­anças não pre­cisam repe­tir regras bási­cas, pois todos já as incor­po­raram ao dia a dia.

3. Agiliza processos

Como con­se­quên­cia do con­hec­i­men­to sobre o fun­ciona­men­to da empre­sa, os proces­sos ten­dem a ser mais ágeis. Prin­ci­pal­mente, em um con­tex­to de tra­bal­ho remo­to, isso se tor­na ain­da mais impor­tante. Como todos os con­tatos são feitos à dis­tân­cia, é impor­tante garan­tir que cada um sabe o que pre­cisa ser feito. 

Quan­do todos estão em sin­to­nia, a empre­sa se tor­na mais efi­caz. Por­tan­to, menos erros vão ocor­rer e o dia a dia se tor­na mais har­mo­nioso.

4. Proporciona mais qualidade de vida no ambiente de trabalho

A soma dos fatores cita­dos ante­ri­or­mente rev­e­lam a con­quista de um ambi­ente de tra­bal­ho mais saudáv­el. Inve­stir em cul­tura orga­ni­za­cional aumen­ta o enga­ja­men­to dos fun­cionários e min­i­miza riscos.

5. Gera clientes mais satisfeitos

Quan­do uma empre­sa é pro­du­ti­va, os clientes tam­bém se tor­nam mais sat­is­feitos. De acor­do com um estu­do da Texas Chris­t­ian Uni­ver­si­ty, uma cul­tura forte impacta na sat­is­fação de colab­o­radores e aumen­to do lucro.

A pre­mis­sa é que quan­do uma empre­sa investe em uma cul­tura pos­i­ti­va, os colab­o­radores se sen­tem val­oriza­dos e entregam serviços de excelên­cia.

6. Ajuda a encontrar as pessoas certas

Ape­nas quem se iden­ti­fi­ca com a cul­tura da sua empre­sa vai vestir a camisa da sua empre­sa. Ou seja, se os seus val­ores fazem sen­ti­do para ela, maiores são as chances de aumen­tar o desem­pen­ho.

Afi­nal, a inte­gração vai acon­te­cer com nat­u­ral­i­dade. Por isso, apren­demos que ter uma cul­tura sól­i­da aju­da a encon­trar pes­soas que fazem sen­ti­do des­de o iní­cio. Essa é uma das mel­hores maneiras de ger­ar mais com­pat­i­bil­i­dade e reduzir cus­tos.

7. Estabelece o fit cultural

Um pon­to impor­tante para encon­trar os can­didatos cer­tos é o fit cul­tur­al. Can­didatos apre­sen­tam difer­entes níveis de com­pat­i­bil­i­dade com a empre­sa e tam­bém podem ser sele­ciona­dos ten­do em vista seu ajuste à cul­tura.

Quan­do um colab­o­rador entra em uma empre­sa, a cul­tura orga­ni­za­cional vai ser um critério de adap­tação. Por­tan­to, o sen­ti­men­to de deslo­ca­men­to pode ger­ar no futuro a pos­si­bil­i­dade de turnover.

Por out­ro lado, pes­soas que se adap­tam ao fit cul­tur­al têm mais prob­a­bil­i­dade de crescer em um deter­mi­na­do espaço. Por con­se­quên­cia, con­tribuem para mais eficá­cia na empre­sa.

fit cultural

8. Contribui para a vivência da missão, visão e valores

A mis­são, visão e val­ores são muito impor­tantes para aumen­tar o enga­ja­men­to dos colab­o­radores. Isso porque envolvem os obje­tivos prin­ci­pais da orga­ni­za­ção. Ter clareza dess­es con­ceitos pode trans­for­mar a maneira como são vis­tos inter­na­mente.

Ou seja, se os seus fun­cionários estão alin­hados aos princí­pios, vão tra­bal­har em con­jun­to para chegar aos obje­tivos. Por­tan­to, é uma medi­da que traz bene­fí­cios a toda a empre­sa. 

9. Torna as regras e deveres mais claros

Por out­ro lado, o inves­ti­men­to em cul­tura orga­ni­za­cional tam­bém deixa regras mais claras. Isso vale para pequenos casos, como em deveres que envolvem o uso de com­puta­dores e redes inter­nas. Mas tam­bém para pilares impor­tantes, como os deveres das lid­er­anças.

Como já dis­se­mos, não é sufi­ciente comu­nicar val­ores. Caso não cor­re­spon­dam à real­i­dade da empre­sa, a teo­ria não vai sair do papel. Se a sua empre­sa dese­ja comu­nicar transparên­cia, ela deve ser vista nas ati­tudes de todos.

Sendo assim, é muito impor­tante divul­gar regras de for­ma clara, espe­cial­mente para quem está chegan­do. Faz­er reuniões e cri­ar doc­u­men­tos pode ser uma boa estraté­gia. Espe­cial­mente quan­do o ambi­ente de tra­bal­ho é descen­tral­iza­do, como no home office, essas medi­das são muito impor­tantes.

Out­ra ideia é pos­suir sis­temas de rec­om­pen­sas, para val­orizar os colab­o­radores que fix­am um bom exem­p­lo. Por out­ro lado, tam­bém é váli­do con­sci­en­ti­zar a respeito de pos­síveis advertên­cias em caso de desre­speito às regras.

10. Evita a criação de culturas tóxicas

Cul­turas que só exis­tem no papel podem demon­strar ambi­entes tóx­i­cos. Desse modo, quan­do os val­ores não são pos­tos em práti­ca, out­ros com­por­ta­men­tos vão tomar o seu lugar.

Geral­mente, com­por­ta­men­tos inde­se­ja­dos que difi­cul­tam a pro­du­tivi­dade e o bom rela­ciona­men­to. Con­fi­ra alguns exem­p­los de cul­turas tóx­i­cas para elim­i­nar na sua empre­sa:

  • Ausên­cia: quan­do fal­tas são aceitáveis, aumen­tan­do a taxa de absen­teís­mo.
  • Clube: casos em que exis­tem cír­cu­los ao redor de líderes, com o obje­ti­vo de obter bene­fí­cios. É comum em peque­nas empre­sas.
  • Rea­cionária: quan­do existe aver­são à mudança. Acon­tece em orga­ni­za­ções com pou­ca flex­i­bil­i­dade para atu­al­iza­ção.
  • For­mal­ista: muito buro­cráti­ca, pois são necessários muitos proces­sos para chegar a decisões. Comum em grandes empre­sas.
  • Zona de con­for­to: a empre­sa deixa de assumir riscos. Pode sig­nificar per­da de espaços e obstácu­lo ao cresci­men­to.

11. Exige apoio dos dirigentes da empresa

As pes­soas ten­dem a levar mudanças mais a sério quan­do existe apoio da lid­er­ança. Dessa for­ma, busque demon­strar como a mel­ho­ria de cul­tura aumen­ta os rendi­men­tos da empre­sa. Se as van­ta­gens forem claras, os diri­gentes vão se inter­es­sar.

12. Ajuda a mapear falhas

Na hora de exercer o plano de cul­tura, sua meta vai ser traz­er o mod­e­lo para mais per­to da real­i­dade. Por isso, é muito impor­tante ter um plano claro em que con­stam todos os val­ores e com­por­ta­men­tos do ambi­ente de tra­bal­ho.

Com isso, uti­lize fer­ra­men­tas como feed­backs e pesquisas para mon­i­torar o proces­so e iden­ti­ficar fal­has.

13. Contribui para estabelecer benefícios

Out­ro aspec­to impor­tante da cul­tura orga­ni­za­cional é que ela aux­il­ia no esta­b­elec­i­men­to de bene­fí­cios. De acor­do com o fit cul­tur­al, sua equipe vai poder desen­volver mel­hor os proces­sos sele­tivos, além dos tipos de bene­fí­cios con­ce­di­dos e planos de car­reira. 

É um proces­so em que todos os atrib­u­tos se alin­ham aos val­ores pro­je­ta­dos pela empre­sa.

14. Transforma a personalidade do seu empreendimento

A cul­tura orga­ni­za­cional é como a per­son­al­i­dade da orga­ni­za­ção. Sendo assim, ela pode ser deter­mi­na­da pela gestão da empre­sa ou cri­a­da nat­u­ral­mente pelo cotid­i­ano.

Uma cul­tura pos­i­ti­va con­tribui para equipes mais integradas e efi­cazes. Tudo isso colab­o­ra para a cri­ação de um cli­ma orga­ni­za­cional mais sat­is­fatório aos colab­o­radores. E a cada dia essas são qual­i­dades mais procu­radas por poten­ci­ais fun­cionários.

Apren­demos como a cul­tura deve ser vivi­da no tra­bal­ho, seja ele feito no escritório pres­en­cial ou fora. Ter val­ores con­sol­i­da­dos e humanos é o desafio da vez.

Por isso, inve­stir nes­sas práti­cas gera mais com­pet­i­tivi­dade para a sua empre­sa. 

15. É vital para traçar o perfil dos candidatos

Hoje, é necessário mais do que com­petên­cias téc­ni­cas para se alin­har ao mer­ca­do de tra­bal­ho. A cada dia, crenças e val­ores são mais rel­e­vantes para as empre­sas. Prin­ci­pal­mente, com a chega­da das novas ger­ações ao mer­ca­do de tra­bal­ho.

Isso tem tudo a ver com cul­tura. Por isso, ela tam­bém vai ser rel­e­vante no seu recru­ta­men­to e seleção

Além de aplicar testes para avaliar com­petên­cias téc­ni­cas, você pode aplicar testes com­por­ta­men­tais. Com eles, você avalia o per­fil com­por­ta­men­tal de cada can­dida­to, a fim de chegar àque­les que cor­re­spon­dem ao fit cul­tur­al da empre­sa. 

16. Melhora a qualidade das contratações

Por con­se­quên­cia, você mel­ho­ra a qual­i­dade das con­tratações. Essa é uma ativi­dade que requer tem­po e din­heiro. Por isso, é pre­ciso caprichar na seleção e no onboard­ing do novo fun­cionário à equipe.

Afi­nal, uma alta taxa de rota­tivi­dade diminui a efi­ciên­cia da empre­sa e gera gas­tos desnecessários. Um can­dida­to que se ade­qua à empre­sa tem mais chances de ser um colab­o­rador sat­is­feito e moti­va­do.

17. Consolida a imagem do negócio no mercado

A cul­tura orga­ni­za­cional tam­bém influ­en­cia o modo como a empre­sa se posi­ciona no mer­ca­do. Dessa for­ma, a mar­ca demon­stra con­fi­ança sobre seus obje­tivos e como as coisas devem ser feitas.

Isso acon­tece dev­i­do à capaci­dade de plane­ja­men­to e a capaci­dade de exe­cu­tar tare­fas, difer­en­cian­do-se dos com­peti­dores.

18. Aumenta a competitividade na atração de profissionais

Quan­do a empre­sa não demon­stra val­ores inter­es­santes, can­didatos ten­dem a seguir out­ros cam­in­hos. 

Sendo assim, uma empre­sa de cul­tura forte atrai mais pes­soas. Por­tan­to, com mais can­didatos, a procu­ra se resolve mais rap­i­da­mente.

19. Reforça o papel do RH em tempos de crise

O RH pas­sou por muitos desafios, afi­nal, a área é respon­sáv­el por humanizar relações profis­sion­ais. E, no últi­mo ano, pas­samos por crises e desafios que nos des­per­taram para novos aspec­tos do mun­do do tra­bal­ho.

Dessa for­ma, a tare­fa de moti­var equipes e val­orizar pes­soas gan­hou um novo tom. Empre­sas com cul­turas que val­orizam a empa­tia saíram na frente. Vimos várias ações cria­ti­vas que estim­ulavam a comu­ni­cação, além do cuida­do à saúde de tra­bal­hadores em home office.

Dev­i­do às tendên­cias de tra­bal­ho remo­to, os times de RH pre­cisam estar prepara­dos para novas práti­cas. Dig­i­talizar proces­sos e cuidar de um cap­i­tal humano sem fron­teiras se tor­na vital.

Por isso, a cul­tura orga­ni­za­cional tam­bém pre­cisa acom­pan­har as mudanças e estar clara para os colab­o­radores.

20. É um instrumento para difundir o respeito entre as pessoas

Sendo assim, ela tam­bém con­tribui para difundir o respeito entre as pes­soas. Afi­nal, colab­o­radores que se sen­tem respeita­dos tam­bém vão estar mais sat­is­feitos.

Cul­tura tem tudo a ver com per­tenci­men­to. Por isso, o RH pre­cisa pen­sar tam­bém no suporte emo­cional que essas pes­soas pre­cisam. Em um momen­to de dis­tan­ci­a­men­to social, a saúde men­tal tam­bém é afe­ta­da e impacta o ambi­ente de tra­bal­ho.

Pro­mover encon­tros vir­tu­ais é uma for­ma de ger­ar con­tatos à dis­tân­cia. Desse modo, vale a pena pen­sar em for­mas de for­t­ale­cer a cul­tura orga­ni­za­cional mes­mo se cada um estiv­er tra­bal­han­do de casa.

Conclusão

A cul­tura orga­ni­za­cional é um dos fatores mais impor­tantes para o suces­so e a longev­i­dade de uma empre­sa, pois ela vai além dos proces­sos e das políti­cas, sendo a essên­cia que une os colab­o­radores e guia as decisões da orga­ni­za­ção. Uma cul­tura orga­ni­za­cional forte atrai e retém tal­en­tos, mel­ho­ra o enga­ja­men­to e a pro­du­tivi­dade, além de pro­mover um ambi­ente de tra­bal­ho saudáv­el e moti­vador.

Para con­stru­ir e man­ter uma cul­tura orga­ni­za­cional sól­i­da, é fun­da­men­tal que os líderes este­jam com­pro­meti­dos em viv­er os val­ores da empre­sa e que todos os colab­o­radores sin­tam-se parte desse propósi­to. Ao inve­stir em uma cul­tura orga­ni­za­cional alin­ha­da e autên­ti­ca, as empre­sas não só cri­am um ambi­ente de tra­bal­ho pos­i­ti­vo, mas tam­bém garan­tem uma base sól­i­da para o cresci­men­to e o suces­so no mer­ca­do.

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